Mas como evitar a morte por inanição comercial? A resposta é clara: evoluir sempre, a todo instante, com a participação de todos os envolvidos no negócio. Algo complicado, com algum custo, trabalhoso e algumas vezes impiedoso com o passado? Com certeza. Tudo isto e muito mais, mas a evolução é necessária para a sobrevivência de qualquer negócio no mercado competitivo e em crescente profissionalismo. Um exemplo: imagine uma empresa na qual há um balconista utilizando o computador, atrás do balcão, para jogar paciência, e, de repente, entra na loja um consumidor que, certamente, estará impedindo que o jogador vença o jogo. Como esse cliente será atendido? Como um inimigo, que não permitiu que o funcionário terminasse seu passatempo. Quantas vezes vimos esta cena como clientes? Dezenas de vezes. E, como o consumidor do exemplo acima, nós não fomos atendidos de forma correta e saímos da empresa revoltados e sem os produtos ou serviços que desejávamos.
Mas onde está a evolução do negócio neste caso? No comprometimento de todos com o sucesso da empresa, na vontade de aprender, de vender e de obter lucro contínuo para a organização. Se o balconista estivesse analisando as vendas da empresa, os preços praticados, os últimos pedidos recebidos, as ações da concorrência, os próximos produtos a serem disponibilizados pelos fornecedores, como poderia ser a qualidade do atendimento àquele consumidor? A evolução não está apenas no comprometimento, mas também no modelo de gestão do negócio, no qual a utilização otimizada das informações empresariais, para a correta e estratégica tomada de decisões, é fator determinante para a sobrevivência da empresa no mercado.